LEIAM HARRY POTTER TAMBÉM UHUL <3333
Dei uma sumida, voltei, dei uma sumida de novo e voltei. Estava fazendo o layout do meu blog de designs e bom, eu passei a semana com febre e o tempo que tinha sem febre eu ficava no whatsapp, no facebook ou jogando. Agora que a minha febre parou e eu tô só com a garganta inflamada eu voltei para indicar três livros para meus pequenuxos q. Vai ter alguns spoilers, mas, nada muito NOSSA, SOCORRO, sabe? Bem levezinho, coisa que todo mundo sabe. E eu não vou indicar esses livros tipo 'A Culpa é das Estrelas' que todo mundo conhece, só alguns ~vergonha.
Se eu não colocasse Divergente não seria eu, eu não estou recomendando somente o primeiro livro e sim todos! O primeiro e o último são mais explicativos, o meu preferido é o primeiro porque tem toda aquela emoção de [SPOILER] ela ter mudado de facção e a Audácia é bem diferente da Abnegação, indico always. Estou terminando o último e aí acabo Divergente e vou ficar naquele drama pós-livro...é uma beleza.
Sim, é logomarca daquela bosta de filme. Quem aí gosta de mitologia grega? o/. Percy Jackson conta a história de um menino que luta com uma caneta contra um Minotauro, contra o Titã do Tempo, Cronos, e outros seres. Também tem chalés, deuses, acampamentos, romanos, gregos, mas, isso já é outra história...
Esse daqui foi indicado pelo Luiz e como eu nunca li irei deixar a sinopse aqui ao invés de falar sobre o livro. Lembrando que pode conter spoilers.
' Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a morte três vezes. E saiu
suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão
impressionada, decidisse nos contar sua história, em 'A menina que
roubava livros'. Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa
área pobre de Molching, cidade
próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido
de sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe,
a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann,
um pintor desempregado e uma dona-de-casa rabugenta. Ao entrar na nova
casa, trazia escondido na mala um livro, 'O manual do coveiro'. Num
momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na
neve. Foi o primeiro dos vários livros que Liesel roubaria ao longo dos
quatro anos seguintes. E foram esses livros que nortearam a vida de
Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente
pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de roubá-los deu à
menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um
propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou
delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto da sua própria vida,
sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max
Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela
prometera jamais falar. Há outros personagens fundamentais na história
de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela
nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a
perceber como tal.'



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